A Vaca que ri | Quando o cliente é importante

Sou consumidora dos triângulos da Vaca que ri há tanto tempo que não me lembro ao certo desde quando.

Tenho sempre, mas sempre, estes queijos em casa, na mala, na gaveta do escritório, saco do ginásio…

Não só porque são uma opção saudável (a versão light são 24kcal por triângulo) e me safarem de muitas vezes de fazer escolhas menos felizes quando a fome aperta, mas porque, na verdade, eu gosto mesmo destes queijos.

Há dias que até os uso na cozinha, em pratos de massa ou para ajudar a dar sabor a um molho mais desenxabido.

E sou uma expert (modéstia à parte) a fazer sandes, tostas, bruchetas, tibornas com estes queijos e vários ingredientes tais como salmão, abacate, atum e tantas outras coisas (quando começar a melhorar o tempo, vou partilhar estes petiscos!).

Mas não é por isso que hoje faço este post.

Sou daquelas clientes chatas e exigentes.

Sou daquelas clientes que gosto de ser tratada, como eu trato quem me contrata.

E gosto sobretudo de ser surpreendida.

Então, estava eu no supermercado a atestar o cesto com queijinhos da Vaca que ri (eu consumo sempre a versão light), quando me deparo com um produto novo “Queijo Azul Light”, parei um segundo… torci o nariz e pensei:

“Bom, deixa-me lá levar uma caixa para experimentar, também não há de ser assim tão mau…”

Passado uns dias ao abastecer a minha marmita diária, coloco lá o tal triângulo novo.

Quando provo…

“PÁRA TUDOOOOOOOO!!!!!”

Fiquei totalmente rendida!

Eu adoro este queijo!

Há poucas coisas que me sabem tão bem (dentro das saudáveis claro!!!) como um chá quentinho e um queijinho azul light da Vaca que ri.

A sério, é mesmo muito bom.

Então, volto ao supermercado pronta para trazer um stock e…

Não há.

“Como assim????”

Procurei em mais dois supermercados e nada.

Paniquei.

“Como assim o meu snack preferido está esgotado e desaparecido???”

Lembram-se de eu ter dito em cima que era uma cliente chata, certo?

Então escrevi para a marca a perguntar onde se vendiam esses triângulos maravilhosos, tal qual toxicodependente à procura da sua dose!

E eis que surge uma resposta simpática, rápida e eficaz.

Ou seja, para além de rápidos na resposta foram também muito simpáticos. Disseram quais os supermercados na minha zona onde haviam e ainda me disseram que iam verificar de imediato os stocks nas lojas que falei.

Mais tarde pediram-me a morada.

Uns tempos depois chego a casa e tenho um presente da Vaca que ri.

A sério… não me chamem lamechas, mas fiquei emocionada.

Eu não sei ao certo quanto dinheiro dou a ganhar a esta marca por mês. Sei que não paga o ordenado a nenhum funcionário. Mas também sei que mais do que o dinheiro que lhes posso dar a ganhar é a confiança que sinto por eles.

Não estou a falar de um carro, nem de um eletrodoméstico todo xpto, falo de queijo. Queijo.

E o que pretendemos de um queijo que escolhemos para comer praticamente todos os dias ao lanche?

Que seja bom, ao nosso gosto pelo menos. Que cumpra a nível de qualidade e packaging. Que tenha um preço razoável e compatível com o que procuramos. Que seja apelativo. Que seja uma marca que nos identifiquemos de alguma maneira. Sei lá… que no momento que o consumimos, conseguirmos retirar algum prazer disso.

Pronto, e é isto que eu procuro nos produtos que consumo.

Não é só dar dinheiro a ganhar à marca, é ter algum tipo de identificação com a marca. Porque se há tantas marcas no mercado, a escolha que faço tem que ter alguma lógica, tem que fazer algum sentido para mim.

E fico muito feliz quando há um certo “match” entre mim e a escolha que fiz.

E neste caso há!

Sobretudo porque senti que cada vez que levo para casa uma embalagem deste queijo, a marca importa-se com isso. O cliente é importante para esta marca.

Como não sou egoísta, vou partilhar com vocês uma parte do presente que me enviaram.

Por isso, estejam atentos que brevemente irá haver passatempo!

Obrigada a Vaca que ri!

Um beijinho e um queijinho! ♥

 

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Maria Amélia ícone
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