Quando as limitações não nos limitam

Gosto muito de programa de talentos.

Não vejo tantos como gostaria, mas, volta não volta, lá consigo acompanhar um America’s Got Talent ou um Britain’s Got Talent.

E há pouco tempo acompanhei o Britain’s Got Talent, onde o vencedor foi Lee Ridley, conhecido artisticamente como Lost Voice Guy.

Um comediante fantástico, com um sentido de humor brutal que tem o sorriso mais genuíno do mundo e que, para além disso, tem paralisia cerebral que o torna incapaz de falar (daí o nome artístico!).

É incrível a força e perseverança das pessoas que conseguem aceitar as limitações sem, com isso, deixar que elas as limitem de viver, de ter sonhos e de lutar por eles.

Ele não ganhou por ter paralisia cerebral, ele ganhou porque os seus conteúdos eram verdadeiramente bons, as t-shirts que ele levava eram sempre de uma criatividade doida, a atitude dele, tudo nele merecia a vitória!

Mas agora vamos lá falar como as coisas devem ser faladas…

Este tipo de situações são raras, é difícil que as limitações não nos limitem, que aceitação não seja dura…

Caraças pá! Não me digam que é fácil, porque não é.

Falo por mim, às vezes lido tão mal com as minhas limitações, que são “nenhumas” ao pé das dele…

Todos temos limitações…

Todos!

Nem que seja aquelas mais triviais do dia a dia, mas todos temos.

E aceitá-las de sorriso aberta é difícil.

Muito difícil.

E ele chega ali, mostra o talento que tem, mostra o trabalho que sabe fazer e ainda abre aquele sorriso maravilhoso com aquela alegria contagiante…

Ninguém consegue ficar indiferente a isso.

Fiquei a pensar nisto durante dias.

Porque é uma verdadeira lição e até inspiração.

 

Deixo aqui este vídeo (se quiserem ver em português, activem as legendas):

 

 

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Maria Amélia ícone
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